El Gran Sol Rojo del Amanecer

sábado, 23 de septiembre de 2017

Stalin: La “cuestión nacional” para el proletariado


¿Cómo entiende la socialdemocracia la cuestión nacional?


“Todo cambia… Cambia la vida social, y con ella cambia también la «cuestión nacional». En diferentes épocas salen a la palestra diferentes clases, y cada clase entiende a su manera la «cuestión nacional». Por consiguiente, la «cuestión nacional» sirve en las distintas épocas a distintos intereses y adopta distintos matices según la clase que la promueve y la época en que se promueve…”.

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jueves, 21 de septiembre de 2017

PCTP-MRPP: En defensa del derecho del Pueblo Catalán a realizar el referéndum y decidir sobre su independencia.

A Luta do Povo Catalão pela sua Independência

Arnaldo Matos


Esta manhã, a polícia espanhola, armada até aos dentes, desembarcou no porto de Barcelona em navios de assalto, tomou várias dependências do governo catalão – a Generalitat – prendeu o secretário-geral das finanças Josep Maria Jové, na realidade o nº 2 do ministério, e mais uma quinzena de pessoas, tudo altos quadros e dirigentes governamentais, nomeadamente Josep Luis Salvadó, secretário daquele ministério, Josué Sallent Rivas, responsável pelo Centro de Telecomunicações e Tecnologias de Informação, e Xavier Luiz Farré, do Gabinete dos Assuntos Sociais.

O presidente do Governo Regional da Catalunha, Carlos Puigdemont, acusou de pronto o governo espanhol de “suspender de facto a autonomia da Catalunha” e de “aplicar o estado de excepção”, do mesmo passo que apelou aos catalães para “responderem com firmeza e serenidade”.

Utilizando um grande e aparatoso dispositivo de combate, a Guarda Civil assaltou, ainda esta manhã, a sede do Departamento de Assuntos Exteriores, que funciona na residência oficial do presidente da região autónoma da Catalunha.

A Guarda Civil assaltou igualmente o Departamento de Trabalho e Assuntos Sociais e a residência particular de Joan Ignasi Sanchez, do Departamento de Governação. Estão atracadas no porto de Barcelona duas das embarcações militares que participaram no assalto e se destinam agora a alojar os agentes da Guarda Civil que tomaram de assalto as instalações do governo autonómico e prenderam os dirigentes indicados.

Estes assaltos e prisões promovidos pelos fascistas espanhóis provocaram imediatamente fortes concentrações de protesto do povo catalão e de outros cidadãos, nomeadamente estrangeiros, nos locais das operações policiais, sobretudo junto dos departamentos de Economia e do Trabalho.
E de imediato também, milhares de trabalhadores e outros cidadãos começaram a concentrar as suas forças de protesto nas Ramblas e na Praça das Glórias Catalãs, em Barcelona.

Ao começo da tarde havia concentrações de patriotas catalães por toda a Catalunha: de Girona a Terragona, de Lérida às terras de Ebro, e concentração de espanhóis em apoio da Catalunha até nas Portas do Sol, em Madrid…

O governo colonial-fascista de Rajoy pretende pela ocupação militar e policial submeter a Catalunha e o povo catalão à exploração e opressão do capitalismo espanhol. E, no caso, é apoiado pelos partidos de direita, incluindo o partido social-monarco-fascista, o PSOE.

Hoje mesmo ainda, o governo fascista de Rajoy ameaçou prender os cerca de setecentos autarcas catalães, que corajosa e patrioticamente oferecerem as instalações municipais sob seu governo para a realização do referendo convocado pelo parlamento autonómico para o dia 1 de Outubro próximo.

O conflito entre Madrid e a Catalunha dura há mais de trezentos anos. O dia nacional da Catalunha – a Diada – celebra-se às 17H14 minutos do dia 11 de Setembro, em invocação do dia, hora e minuto exactos em que as forças armadas do povo catalão caíram em Barcelona, em 1714, fez agora trezentos e quatro anos, perante as tropas do rei castelhano Filipe V.

A Catalunha é a Região mais rica de Espanha, com um produto interno bruto bastante superior ao de Portugal, muito embora tenha apenas sete milhões e meio de habitantes e a sua superfície seja inferior a um terço da área do nosso país.

Pois esta região, que é obrigada a alimentar o capitalismo espanhol e o seu sistema de exploração e opressão imperialistas, é precisamente aquela a quem o governo de Rajoy cortou ontem o dinheiro necessário para que os catalães possam gerir o seu orçamento autonómico e que, no assalto da guarda civil desta manhã ao governo catalão, tenha precisamente visado atacar, antes de tudo e sobretudo, os departamentos da economia e do trabalho…

É longa, muito longa, a profunda amizade que liga o povo português ao povo irmão da Catalunha. Essa amizade vai a caminho de quatro séculos, pois nasceu, manteve-se e reforçou-se no ano em que os portugueses perderam a sua independência para os espanhóis, em 1580. A luta conjunta pela independência de cada um dos dois países – Portugal e Catalunha – do domínio espanhol tornou possível a recuperação da nossa independência, em 1640, assim como irá tornar possível a independência catalã, mais dia menos dia.

Cumpre-nos pois denunciar o assalto policial desencadeado pelo governo fascista de Rajoy na manhã de hoje em Barcelona aos departamentos governamentais autonómicos da Catalunha, e condenar a opressão sofrida pelos catalães e as prisões dos seus dirigentes, por ordem do governo neo-colonial e fascista de Mariano Rajoy em Madrid.

E, para mais, exijamos o respeito pelo direito que tem o povo catalão de realizar o seu referendo e decidir da sua independência em relação à Espanha.

Independentza, como Portugal!
20Set17













RESOLUCIÓN DE ICOR


Resolución de la ICOR con motivo del
abandono de Trump del Acuerdo de París sobre el clima

El hecho de que Trump ha anunciado que EE.UU. –mayor emisor mundial de dióxido de carbono– abandona el acuerdo de París sobre el clima muestra una vez más la agresividad del imperialismo estadounidense . El acuerdo mismo es una patraña en vista de la necesidad urgente de encontrar una solución fundamental y la urgencia diaria de que las masas del mundo como fuerza decisiva luchen por conseguir más esfuerzos por parte de los gobiernos para que se evite la catástrofe ecológica inminente al planeta.

¡El abandono provocador de EE.UU. del Acuerdo de París es un ataque frontal contra las reivindicaciones de las masas en todo el mundo!Casi todos los países firmantes del acuerdo están unidos frente a esta decisión sumamente criminal – una decisión de un presidente bribón de un Estado bribón que hasta hoy día no ha cumplido ni uno de los acuerdos climáticos firmados unánimemente por la comunidad de naciones incluyendo el muy discutido Protocolo de Kioto. Ya va siendo hora de que las fuerzas progresistas en todo el mundo también tomen la iniciativa para luchar por decisiones más sensatas para resolver las amenazas provocadas por el cambio climático que hoy es el resultado directo del paradigma de desarrollo guiado por los motivos de lucro de los consorcios.

Sin embargo es muy revelador constatar que si bien el régimen de India con el primer ministro Modi ha publicado una declaración a favor de continuar el Acuerdo de París, no se ha unido a la comunidad de naciones que condena la decisión norteamericana. E incluso no lo hizo cuando Trump ha atacado fuertemente a la India calificándola de mayor emisor de dióxido de carbono, mientras las emisiones de dióxido de carbono per cápita de la India sólo constituyen la décima parte de las de EE.UU. También muchos otros signatarios del acuerdo climático se conforman con una crítica verbal a este abandono de Trump, sin tomar los objetivos absolutamente insuficientes y ni siquiera alcanzados como motivo para una protección verdadera eficaz del clima mundial.

Apelamos a las masas del mundo, a todas las fuerzas progresistas democráticas, activistas medioambientales inclusive a la comunidad científica a que actúen decididamente y condenen esta decisión de EE.UU., a que protesten y se unan para introducir pasos más útiles a fin de resolver la crisis que se agudiza continuamente que afronta el planeta Tierra.


Firmantes (estado del 20 de septiembre de 2017, más firmas son posibles):

1.      RCP   Revolutionary Communist Party of Egypt (Partido Comunista Revolucionario de Egipto)
2.      ORC   Organisation Révolutionnaire du Congo (Organización Revolucionaria del Congo), República Democrática del Congo
3.      MMLPL   Moroccan Marxist-Leninist Proletarian Line (Marxistas-Leninistas Marroquíes Línea Proletaria)
4.      CPSA (ML)   Communist Party of South Africa (Marxist-Leninist) (Partido Comunista de Sudáfrica (Marxista-Leninista))
5.      MLOA   Marxist-Leninist Organization of Afghanistan (Organización Marxista-Leninista de Afganistán)
6.      CPB   Communist Party of Bangladesh (Partido Comunista de Bangladesh)
7.      CPI (ML) Red Star   Communist Party of India (Marxist-Leninist) Red Star (Partido Comunista de India (Marxista-Leninista) Estrella Roja)
8.      Ranjbaran   Hezb-e Ranjbaran-e Iran (Partido Proletario de Irán)
9.      NCP (Mashal)   Nepal Communist Party (Mashal) (Nepal Partido Comunista (Mashal))
10.  NDMLP   New-Democratic Marxist-Leninist Party (Partido Marxista-Leninista de Nueva Democracia), Sri Lanka
11.  БКП   Българска Комунистическа Партия (Partido Comunista  Búlgaro)
12.  БРП(к)   Българска Работническа Партия (комунисти) (Partido Obrero Búlgaro (Comunistas))
13.  KSC-CSSP   Komunisticka Strana Cheskoslovenska – Cheskoslovenska Strana Prace (Partido Comunista de Checoslovaquia – Partido Obrero Checoslovaco), República Checa
14.  MLPD   Marxistisch-Leninistische Partei Deutschlands (Partido Marxista-Leninista de Alemania)
15.  KOL   Kommunistische Organisation Luxemburg (Organización Comunista de Luxemburgo)
16.  RM   Rode Morgen (Amanecer Rojo), Países Bajos
17.  BP (NK-T)   Bolşevik Parti (Kuzey Kürdistan-Türkiye) (Partido Bolchevique (Kurdistán del Norte-Turquía))
18.  MLP   Marksistsko-Leninskaja Platforma (Plataforma Marxista-Leninista), Rusia
19.  MLGS   Marxistisch-Leninistische Gruppe Schweiz (Grupo Marxista-Leninista de Suiza)
20.  TIKB   Türkiye İhtilalci Komünistler Birliği (Unión de Comunistas Revolucionarios de Turquía)
21.  MLKP   Marksist Leninist Komünist Parti Türkiye / Kürdistan (Partido Marxista Leninista Comunista  Turquía / Kurdistán)
22.  KSRD   Koordinazionnyj Sowjet Rabotschewo Dvizhenija (Consejo de Coordinación del Movimiento Obrero), Ucrania
23.  PC (ML)   Partido Comunista (Marxista Leninista), República Dominicana
24.  NPCH (ML)   Nouveau Parti Communiste Haϊtien (Marxiste-Léniniste) (Nuevo Partido Comunista de Haití (Marxista-Leninista))
25.  PC/ML   Partido Comunista (Marxista-Leninista) de Panamá
26.  PCP (independiente)   Partido Comunista Paraguayo (independiente)

27.  PPP   Partido Proletario del Perú 

20-09-2017  

EL BOLCHEVIQUE_n° 34_2017



SUGARRA: EL ESTADO BURGUÉS DE “DERECHO” CONTRA LA LIBRE AUT...

SUGARRA: EL ESTADO BURGUÉS DE “DERECHO” CONTRA LA LIBRE AUT...: “… Un cambio revolucionario es el que destruye las bases del poder. Lo reformista en el programa nacional no abole todos los privil...

Ecuador: PCE-Sol Rojo se pronuncia por 25 años de la captura del Presidente Gonzalo




Septiembre de 2017

A 25 AÑOS DE SU CAPTURA: ¡VIVA EL PRESIDENTE GONZALO!
Nosotros estamos aquí en estas circunstancias; unos piensan que es una gran derrota, ¡sueñan!, les decimos sigan soñando. Es simplemente un recodo, nada más, ¡un recodo en el camino! El camino es largo y con ese llegaremos, y, ¡triunfaremos!
¡Ustedes lo verán! ¡Ustedes lo verán!
PRESIDENTE GONZALO


Hace 25 años la reacción del Perú tomó como prisionero de guerra al presidente Gonzalo.
No vamos a desconocer del duro impacto que tuvo este hecho en el desarrollo de la Guerra Popular en el Perú, y con él, en el seno del MCI, pero de ninguna manera podemos caer en la emboscada que ha dispuesto la línea oportunista de derecha que esgrime, a partir de este hecho,  que se trató de un golpe fulminante y que ha marcado la  “derrota definitiva” de la guerra popular en el Perú.
El 15 de septiembre del mismo año, el Presidente Gonzalo, desde la jaula en la que fue expuesto al mundo como un “trofeo de guerra” manifestó: “Es simplemente un recodo, nada más, ¡un recodo en el camino!”. Es la verdad. Un recodo, porque hay que entender que nadie, absolutamente nadie ha salido invicto en la lucha  contra del imperialismo y  la conquista del poder para la clase y el pueblo sin recibir golpe alguno o haya estado exento de entregar la necesaria cuota de sangre y otros sacrificios. La historia ha refrendado ésta, como una ley propia de ese largo, complejo y cruento camino por dirimir, de una vez por todas, las contradicciones antagónicas e irreconciliables existente entre oprimidos y opresores; explotados y explotadores,  comunistas y revisionistas; revolución y contrarrevolución.
Es simplemente un recodo”, y es la verdad, porque a la guerra popular en el Perú no hay que verla como un hecho aislado de la dinámica que cobró el proletariado internacional a partir de este hito histórico que dio paso a que éste se pertreche del marxismo-leninismo elevado a una tercera y superior etapa: el maoísmo. Y los comunistas lo sabemos, el marxismo se ha desarrollado en lucha, en brega permanente.
Un recodo, porque si bien es cierto la guerra popular en el Perú entró en una etapa de dificultades, la línea consecuente, la línea roja, comunista, revolucionaria, pervive como una flama que ha sobrevivido a los negros ventarrones sostenidos por el imperialismo, la reacción, el viejo estado, el revisionismo, el centrismo, el oportunismo, es decir, el destacamento completo de enemigos de la clase y del pueblo que permanentemente sostienen que la guerra popular llegó a su fin, que la guerra fue derrotada, y sobre esa patraña, tratan de levantar una serie de argumentos teóricos y políticos pretendiendo justificar lo injustificable: la traición y la capitulación.
Sueños de perro tiene la reacción si cree que la guerra popular ha sido derrotada. Balido de oveja famélica emite el revisionismo con aquello de que es el momento de “dar paso a la reconciliación porque la guerra popular ha culminado”-
Pero en medio e esas dificultades, poco a poco se va estableciendo un importante cambio en la correlación de fuerzas en medio de la guerra popular; poco a poco se va dinamitando la línea oportunista de derecha liderada por movadef, que internacionalmente busca sustento teórico y político en las diatribas ideológicas de Avakián, Prachanda, alimentada cobardemente desde la ambigüedad centrista que ha logrado hacer trincheras en el seno del proletariado de Italia y Francia,  nuevo nido de oportunistas que además, trafican con las luchas de la clase, del pueblo y las guerras populares que se vienen adelantando en el mundo.
Hoy, el pensamiento Gonzalo cobra una fuerza inusitada en Alemania, Austria; en la construcción y reconstitución de partidos comunistas como es el caso de Brasil, Chile, Bolivia, Ecuador, Colombia, México y otros, quienes sobre la base del marxismo-leninismo-maoísmo, sin tapujos, sin ambages, hemos incorporado a nuestras particularidades los aportes que ha hecho el Presidente Gonzalo al MLM, precisamente, en aquellos países donde el proletariado ha entendido que la revolución no es un acto mecánico, lineal, sino dialéctico, que tiene dificultades, que el carácter de la guerra es prolongada y que por su naturaleza histórica, está condenada a triunfar.
Al cumplirse un aniversario más de la captura del Presidente Gonzalo, el Partido Comunista del Ecuador- Sol Rojo,  exige al viejo estado del Perú respeto a la vida, dignidad y salud del presidente; su inmediata liberación.

¡VIVA EL PRESIDENTE GONZALO!
¡VIVA EL PENSAMIENTO GONZALO!
¡VIVA LA GUERRA POPULAR EN EL PERÚ!
¡LA GUERRA POPULAR VENCERÁ INEVITABLEMENTE!
¡VIVA LA GUERRA POPULAR EN EL PERÚ, INDIA, TURQUÍA Y FILIPINAS!
SOMOS DEL TERCER MUNDO Y EL TERCER MUNDO ES BASE DE LA REVOLUCIÓN PROLETARIA MUNDIAL.
EL CAMINO ES LARGO Y CON ESE, LLEGAREMOS, ¡TRIUNFAREMOS!!
¡VIVA EL MARXISMO-LENINISMO-MAOÍSMO!





A CONQUISTAR EL SOL ROJO DE LA LIBERACIÓN: ¡EL COMUNISMO!







miércoles, 20 de septiembre de 2017

Catalunya es la punta de lanza de la lucha popular por las libertades

Solidaridad ante la represión al movimiento independentista catalán. La autodeterminación es un derecho de los pueblos

Conforme se acerca el 1 de Octubre, día de celebración del Referéndum en Catalunya, la escalada represiva por parte del Estado español y sus fuerzas en el ámbito político, judicial, policial, informativo, va en aumento.
A las amenazas personales a más de 700 alcaldes y alcaldesas electas, así como a Diputad@s del Parlamento autonómico y a funcionarios, ha seguido el cierre de páginas web que daban información sobre el Referéndum, el registro de locales públicos buscando urnas, el registro de imprentas para impedir que se impriman las listas electorales y las papeletas de votación, incautación de propaganda, la prohibición de actos públicos, las amenazas anónimas y públicas hacia dirigentes de la CUP.
Ante esta situación las organizaciones políticas abajo firmantes queremos manifestar:
·         La utilización del poder judicial español en la escalada represiva deja en evidencia su carácter subordinado a los intereses políticos de la oligarquía, actuando como muro de contención a las demandas populares y dejando al descubierto su vinculación con el franquismo sociológico e ideológico. La separación de poderes nunca ha existido en el Estado español. La ausencia de unos mínimos democráticos en el Estado aparece ahora como una realidad cada vez más constatable y contratastada.
·         Consideramos que la carencia de libertades básicas en este Estado nos traslada a un escenario que se amplía más allá del Derecho a decidir de los pueblos. Estamos en un escenario de lucha por la independencia del pueblo catalán que entronca con la defensa de las ya mermadas libertades básicas, entre las que se encuentran el derecho de reunión, el derecho de manifestación, el derecho de opinión y el derecho de los pueblos a la autodeterminación. La lucha no se puede circunscribir exclusivamente al territorio catalán. Catalunya es la punta de lanza de la lucha popular por las libertades colectivas e individuales de la clase trabajadora y de los pueblos sometidos al yugo del Estado español.
·         Expresamos nuestra repulsa ante el aumento de la represión del Estado, cuyas prácticas coercitivas contra la población para impedir el derecho a la autodeterminación del pueblo catalán son inadmisibles en cualquier Estado que quiera ubicarse en unos parámetros mínimamente democrático-burgueses. El Estado español, apoyado por partidos e intelectuales españolistas, está aplicando de facto el estado de excepción sin atreverse a declaralo oficialmente.
·         La propuesta de la seudoizquierda española -tan poco “rupturista” como muy chauvinista- por promover una salida negociada de carácter institucional entre la Generalitat y el Gobierno español mendiante un inverosímil “referéndum pactado” es una artimaña que tan sólo pretende ganar tiempo para evitar el ejercicio del derecho de autodeterminación de Catalunya y desmovilizar a su pueblo. Los derechos se conquistan luchando, no se adquieren por la “benevolencia” de los opresores.
·         El derecho a la autodeterminación es una derecho irrenunciable de los pueblos. Entendemos que la represión del Estado va a encaminada a violentar este derecho que pondría en jaque al Régimen del 78, a la monarquía borbónica como garante y al Estado español como marco de acumulación de capital, y abriría un camino que otras naciones podríamos transitar en un futuro cercano.
·         Asimismo expresamos con rotundidad nuestra solidaridad con el pueblo catalán y con la CUP, subrayando la legitimidad del próximo Referéndum de autodeterminación del día 1 de Octubre, y nuestra defensa de un resultado positivo que abra el camino hacia una Catalunya independiente que permita la liberación de los Països Catalans.
¡Abajo el imperialismo!
¡Viva Catalunya libre!
¡Por la independencia de los pueblos y un mundo socialista!
A 20 de septiembre de 2017


Publicado por Novedades (NODO 50)


Argentina: 4 CUADERNILLOS DE FORMACIÓN BÁSICA



https://drive.google.com/file/d/0Bwo68T7ecF55Wm41QURRTS1fem8/view?usp=sharing














lunes, 18 de septiembre de 2017

ODIO DE CLASE: SOLIDARIDAD ARAGÓN - CATALUNYA

ODIO DE CLASE: SOLIDARIDAD ARAGÓN - CATALUNYA: MARCHAS DE LA DIGNIDAD ARAGÓN Marchas de la dignidad a favor de la expresión de la libre voluntad del pueblo catalán. Marchas de la d...

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RBC: Pronunciamiento sobre el referéndum en Cataluña


La Red de Blogs Comunistas por el derecho a la autodeterminación de los pueblos y la celebración del Referéndum en Cataluña


 La Red de Blogs Comunistas (RBC) está a favor del derecho a la autodeterminación de los pueblos, por lo que apoya sin reservas la celebración del referéndum del próximo 1 de octubre en Cataluña, levantando bien alta la bandera del internacionalismo proletario y recordando que, como en cualquier otro país, la clase obrera es la columna vertebral de la nación. 

No nos posicionamos sobre la independencia o no de la nación catalana, pues tal cosa corresponde a los catalanes determinarla; pero sí, sin ambages, defendemos su derecho a la celebración de un referéndum para decidirlo y, en el caso que esa sea la voluntad popular, a llevarla a cabo frente al rechazo del régimen del 78, que teme que la continuación forzada, bajo el ruido de sables, de la "España Una, Grande y Libre" del general Franco y los Borbones, impuesta contra la voluntad de los pueblos de España, esté a punto de derrumbarse. 

Tal y como defendía el camarada José Díaz en su discurso del 2 de junio de 1935 en el Cine Monumental de Madrid, entre los puntos de su programa de mínimos del Frente Popular estaba el de la «Liberación de todos los pueblos oprimidos por el imperialismo español. 

Que se conceda el derecho de regir libremente sus destinos a Cataluña, Euzkadi, Galicia y a cuantas nacionalidades estén oprimidas por el imperialismo de España». 

 Y seguía diciendo:

 "¿Es que resolverá el Gobierno actual el problema de las nacionalidades oprimidas? Yo os digo que no. Y la prueba es este proceso que se sigue por el tribunal más reaccionario del país contra los consejeros de la Generalitat. Recaerá sobre ellos el peso de una sentencia monstruosa. Treinta años de prisión les piden, y no hay duda que serán condenados a esta pena. ¿Y sabéis por qué serán condenados? Porque este proceso no es sólo el de los hombres a quienes se juzga. Quién será condenado con esta sentencia es todo el pueblo de Cataluña, por su rebeldía, por su levantamiento contra la opresión del imperialismo español. Y contra esta monstruosa condena, contra el odio a la libertad de Cataluña, yo os digo lo de antes: ¿es que no estamos obligados a luchar en la Concentración Popular Antifascista por la liberación de estos hombres, a los cuales se condena como expresión del odio y la opresión imperialista? Pues, entonces, camaradas, tenemos una razón más para unirnos todos: la lucha por la liberación de Cataluña y de todas las nacionalidades oprimidas a disponer de sus destinos».

 José Díaz, líder del PCE durante los años de la República y la Guerra Civil, aplicando fielmente las leyes del marxismo-leninismo, pensando en la emancipación de la clase trabajadora y la de los pueblos sobre la opresión imperialista, no tuvo ninguna duda en luchar por el derecho de Cataluña y del resto de los pueblos de España a decidir su destino, sin dejar de tener como guía el internacionalismo proletario y la unidad y colaboración de los pueblos contra la burguesía y el imperialismo.

 La RBC, siguiendo el ejemplo de aquel marxista-leninista español, José Díaz, el mejor dirigente de la clase obrera que ha dado el Partido Comunista a los españoles, está absolutamente a favor de la celebración del referéndum catalán para que los catalanes puedan decidir su propio destino, en el entendido ya señalado de que la columna vertebral de toda nación es siempre su clase trabajadora y que sólo ésta puede llevar al resto de las clases y minorías oprimidas a su futura y más amplia liberación, nacional y social. 


 ***

sábado, 16 de septiembre de 2017

El norte de Irlanda: Irlanda da la bienvenida a documento de la UE sobr...

El norte de Irlanda: Irlanda da la bienvenida a documento de la UE sobr...: Desde Panamaon desarrollan la noticia de la siguiente manera (sin editar); El gobierno irlandés dio la bienvenida a un documento de posi...

MLPD: NUEVO LIBRO DEL CAMARADA STEFAN ENGEL ES PRESENTADO

SOBRE LA FORMACIÓN DE LA PAÍSES NEOIMPERIALISTAS 


( Nota de Luminoso Futuro: ¿Son Arabia Saudita, Brasil, Emiratos Árabes Unidos, China, India, Pakistán hasta la nada modesta cifra de  29 países más  los nuevos jugadores imperialistas en el tablero del Sistema Capitalista Mundial? El capitalismo mundial ha llegado, históricamente,  a su etapa final. Esta verdad científica, formulada, en su momento, por el camarada Vladimir Lenin y adoptada por el Movimiento Comunista Internacional –tanto de la II como de la III  etapa del desarrollo del Marxismo-, ha demostrado toda su justeza y validez a lo largo del siglo XX e inicios del XXI. Pero, y nunca falta un  pero, ¿significa ella que una vez alcanzada su “etapa superior  y última”, el imperialismo antesala del socialismo, para el capitalismo se haya cerrado, paralizado, estancado toda posibilidad, para países, en mayor o menor grado capitalistas, de cumplir la senda de su desarrollo individual de alcanzarlo? El camarada Engel contesta que no. Fundamentando su tesis, desarrolladora del marxismo desde allí donde la dejaron Lenin, Stalin y Mao, con  riguroso y serio análisis económico y político en su nueva obra Sobre la formación de países neoimperialistas, de reciente aparición. La misma, ya desde su aparición, ha generado fructífero y serio debate en el seno de la Conferencia Internacional de Partidos  y Organizaciones Revolucionarias (ICOR), así como en la de la Conferencia Internacional de Partidos y Organizaciones Marxistas-Leninistas (CIPOML- CPI). Debate que no quedará allí y que, confiamos, se extenderá a lo largo y ancho del nuevo Movimiento Comunista Internacional.
Si Usted, camarada, quiere  entrarle al debate o simplemente adquirir el libro, por favor, póngase en contacto con los camaradas del M LPD).



viernes, 15 de septiembre de 2017

DAZIBAO ROJO: CATALUNYA: CGT hace un llamamiento a luchar contra...

DAZIBAO ROJO: CATALUNYA: CGT hace un llamamiento a luchar contra...:   La CGT davant l’escalada repressiva de l’estat Davant els episodis repressius com ara escorcolls a mitjans de comunicació, limitac...

Verein der Neuen Demokratie: De un discurso del Presidente Gonzalo


PRESIDENTE GONZALO: Razón tiene el Presidente Mao: ¨no todo lo grande es poderoso ni debe tenérsele miedo¨ porque grande es el marxismo y ese si es todopoderoso y ante eso tienen que temblar todos los reaccionarios porque serán barridos

Estimados c. de la AND: 
En la presente situación internacional y en servicio de la revolución proletaria mundial consideramos de suma importancia entregarles los siguientes extractos de una intervención mucho más amplia del Presidente Gonzalo sobre la II Guerra Mundial y el poderoso movimiento de liberación nacional y dentro de esto el proceso y triunfo de la revolución china.

No creemos necesario mayores aclaraciones al respecto pues la lectura de estos extractos convenceran a nuestros amigos de América Latina y del mundo de la necesidad de su estudio para cumplir mejor la jornada.

Calurosos saludos
MPP (CR)
Septiembre de 2017


1. La II guerra mundial es un hecho de trascendencia en la historia del mundo


 La II guerra mundial es un hecho de trascendencia en la historia del mundo, estrictamente comenzó en 1939 y termino en 1945 –disculpen si entro a estas expresiones, creo que es necesario por lo menos recordarlas, porque a veces creo que algunos camaradas pueden no saber; si me equivoco, preferible correr el riesgo a que no se sepa. Es una guerra mundial en la cual por un lado hay la rapiña imperialista, la disputa por la hegemonía mundial que demandaba para si Alemania bajo  Hitler; pero por otro lado es la defensa del socialismo y desarrollo de la revolución, si, bien claro es y es correcto que la guerra librada entonces por la URSS fue una gran guerra patria. Insisto, a veces camaradas, combatimos al revisionismo implacablemente y ya nos queremos olvidar ciertas cosas; fue una justa guerra de defensa, una gran guerra patria, así fue definida con toda corrección, por eso; y de desarrollo de la revolución mundial porque a más de esa gloriosa defensa heroica que a la URSS costo 20 millones de hombres, tenemos una lucha antimperialista que va a desenvolverse en naciones oprimidas principalmente en china. ¿Y porque decimos principalmente en china?, es bueno recordar que en china se retuvo durante largo tiempo el 60% del ejército japonés; por eso es que no estamos de acuerdo cuando simplemente se habla del frente occidental, del  frente oriental pero tomando todo como lo librado en Europa, y viendo el problema de oriente que es un gran frente de lucha y un gran frente revolucionario, es erróneo, a nuestro juicio, cuando se le pretende reducir a la acción de los occidentales imperialistas y principalmente de Estados Unidos, eso no ha sido así. Es la gran guerra de resistencia de naciones oprimidas, como China, como Corea, como Birmania, como Indonesia, Filipinas, etc., donde precisamente los imperialistas fugaron como ratas y fueron los pueblos de esas naciones los que tomaron las armas; los que tuvieron la suerte de contar con un Partido cOomunista triunfaron y avanzaron y los que no, por lo menos se libraron en forma transicional de ser colonias, por ejemplo indonesia que dejo de ser, a consecuencia de esa guerra, colonia de Holanda.

En esa guerra había un siniestro plan: la cruzada contra la URSS, y subrayo la palabra cruzada por su raigambre medieval que expresa claramente su entraña reaccionaria y porque así fue planteada por el mismo Hitler, como una cruzada antibolchevique, porque el sueño negro que tenían era barrer a la URSS de la faz de la tierra; fútil, sueño de vidrio, se estrelló contra el poder de la dictadura del proletariado, con la dirección del partido y del camarada STALIN, del proletariado ruso, del pueblo ruso. Camaradas, ¡paginas heroicas!: Stalingrado, la más grande lucha de guerra en ciudades, de guerra en calles, la que más mortandad genera, ahí se peleó no solo casa por casa sino cuarto por cuarto; son capítulos que han estremecido al mundo. 

Ahí también se ha visto bien claramente el sucio juego, artero de los aliados imperialistas: Estados Unidos, Inglaterra, no hablo de Francia porque estaba ocupada – y lo fue en 18 días-, arteros que retrasaban la apertura de la invasión de Europa por el norte para golpear el corazón de Alemania, buscando que la Alemania fascista derrotara a la URSS. Todos sabemos, y hay que recordarla camaradas, esa ofensiva fascista encabezada por los nazis a la cual coadyuvaron los fascistas italianos, los fascistas españoles de franco y utilizaron todo el poderío económico de la Europa sojuzgada, lanzo millón y medio de hombres, la flor y nata del ejército alemán, el 75% de su fuerza aérea, penetraron. Pero sabiamente el camarada STALIN había manejado la diplomacia en grande y con sutileza- son cosas que--olvidarse el pacto germano-soviético era necesario--algunos dicen, pero eso no libró a la URSS de la invasión, no saben de qué hablan, una cosa era  ganar tiempo y otra cosa era que necesariamente Alemania golpearía a la URSS, razón: no podía seguir avanzando en Occidente con un poderoso enemigo a las espaldas y con una feroz y riquísima tierra de un fabuloso potencial; si camaradas, eso hay que reconocer, hay que entender la realidad tal cual es porque así incluso entendemos en que se basan hoy día esos socialimperialistas y un pueblo por encima de los 200 millones, eso era inevitable. 

Ahí hay que destacar la sagacidad y penetración del servicio de inteligencia soviético, ¡eso era servicio de inteligencia!, que llegaron a saber el día de la invasión; dicen que de nada sirvió –creo que son eructos tontos- ¿Qué podía hacer Rusia ante semejante embate?, aplicar pues una defensiva estratégica y eso es lo que se hizo- nosotros como comunistas y ya manejando guerra popular entendemos que es una defensiva estratégica- y eso fue lo que se hizo, unida a tierra arrasada, a no dejarles nada, tierra pelada; y tuvieron la audacia, la alta decisión de  volar monumentales obras como esa famosa represa que une el Volga con el  Don que tantos años de esfuerzo costo, ¡fue volada!; los alemanes nunca soñaron, pensaron que esa obra no sería volada porque era demasiado importante y mucho esfuerzo había costado. Camaradas, estaba en juego la dictadura del proletariado, estaba en juego la revolución, no podemos pararnos en mientes ni podemos simplemente dejarnos entorpecer como dice el Presidente Mao, por defensa de pulgadas de terrenos no de cacharros; así somos, pues, los comunistas. 

Se estrellaron en las puertas de Leningrado, en las puertas de Moscú y en Stalingrado; pero no solamente se hizo tierra arrasada sino que se dejó guerrillas y hasta hombres individualmente con un buen fusil y buena cantidad de municiones y su vodka para el frio y para aniquilar a uno de esos, los alemanes tenían que perder 40 hombres, ese es el promedio camaradas. No ha sido pues fácil como los alemanes creyeron; piénsese camaradas que esa ofensiva es un plan militar de alta calidad, así, los más altos y esclarecidos jefes militares alemanes elaboraron ese plan y la escuela alemana tiene tradición de guerra muchas veces probada: en tres meses iban a conquistar la URSS, en tres meses.

 La previsión del camarada STALIN, ya había tomado medidas desde los años treinta cuando hay la gran transformación del campo y de la industria, habían traspasado ya fabricas más allá de los Urales previendo incluso la posibilidad de abandonar hasta Moscú, pues es cierto, todo estaba ya listo por si no podían en último término defender Moscú, aunque esa fuera la decisión tomada, estaba previsto ya el desplazar la dirección y el centro a los Urales; así, lo primero que se hizo fue tomar medidas para el traslado de LENIN porque no podía caer en sucias manos de miserables hijos del averno, no podía caer. Pero la orden ¿Cuál fue pues, camaradas?, después que penetraron hasta las puertas antedichas, la orden fue ¡no retroceder más!; ustedes dirán ¿y cómo habían esos planes de irse hasta los Urales?, camaradas, siempre hay un plan por si falla, nunca se hace un solo plan, eso es de intonsos, se tiene planes para varias circunstancias y hasta las extremas. Es muy memorable y siempre hay que resaltar como un 7 de noviembre, aniversario de la revolución, no tuvieron donde celebrarlo y ya se daba por imposible cumplirla; camarada STALIN dijo: ¨!a la estación!¨, ¨pero ahí no hay estrado, ahí no hay butacas¨, camarada STALIN paro un cajón, de pie en el habló celebrando la revolución y dijo: ¨¿cuantos éramos cuando conquistamos el Poder, que fuerzas teníamos cuando rechazamos la agresión imperialista inmediata a la revolución de octubre?,!pocos y débiles! En comparación de lo que somos hoy, por tanto no nos habrán de vencer, ¡los aplastaremos! Y a la bestia la aniquilaremos en su propio cubil, en Berlín¨, ¿así no dijo? Camaradas, son cosas que uno debe recordar, así nomás no se puede enjuiciar al camarada STALIN, por eso es que el Partido dice hay que ver la II guerra mundial.

Es de todos conocidos como después de eso vino la gran resistencia, el quiebre de las líneas alemanas, el embolsamiento de Stalingrado desde los mandos (…) Pero aquí, les dijo (Hitler), los arios no retroceden, los arios no pueden ser derrotados por barbaros, por mongoles, por inferiores¨, si pues,  pero esos inferiores, barbaros, mongoles, los cazaron como ratas y tuvieron que rendirse.

 Es bueno reiterar siempre esto: STALIN, manejador de la guerra con destreza y sabiduría, siempre tenía en cuenta el elemento moral e hizo desfilar a todos los nazis vencidos, rendidos y arrojar sus banderas, sus águilas, sus esvásticas  al pie del mausoleo de LENIN; no solo gran derrota militar, ¡gran derrota moral!, la arrogancia, la soberbia nazi había sido hundida en el fango y pisoteada, ¡fue el más grande golpe moral que recibió!, ahí comenzó el quiebre del ejército nazi. La otra resistencia de los 300 mil de la raza heroica que impedirían el acceso de los rusos a Alemania, la ofensiva soviética del ejército rojo la hizo saltar en mil pedazos y se voló 300 mil hombres más; Alemania estaba deshecha, claro pues camaradas. Es ahí cuando los occidentales imperialistas se apresuran a desembarcar en Normandía, ¿porque? por qué  el ejército rojo, los comunistas y el comunismo avanzaba amenazador sobre toda Europa, eso fue; pero bien sabemos que en los comienzos de mayo, el ejército rojo tomo Berlín y en el Reichstag, el parlamento corporativo que tenían ellos, clavaron la bandera roja con la hoz y el martillo, para eterna memoria quedan las fotografías. Hitler se suicidó, como bien sabemos, fue incluso incinerado pues sabía lo que vendría si el quedaba, no le iban a perdonar; los occidentales, ellos quizá, pero la URSS no lo iba a perdonar.

El otro grandioso frente, en Oriente, tiene como centro a China donde el ejército japonés se enfango en un mar de masas, minado, socavado por la guerra de guerrillas; diversas naciones oprimidas tomaron las armas contra ellos; los occidentales ¨apoyaron¨ para luego volver, es bueno recordar a Mac Arthur, el mejor cadete que ha tenido West Point, o sea la escuela militar de los Estados Unidos, uno de los más altos estrategas que a dado EEUU., él tenía su cuartel en Filipinas, ¿Qué hizo?, se retiró pronunciando lo que dice su frase célebre ¨!volveré!¨,si, cuando derroten a los japoneses, esa es la parte que no dijo, claro pues camaradas, porque el volveremos, si volvieron, ¿para cuándo volvieron pues?, cuando los japoneses estaban minados, socavados por la lucha en China y en las diversas naciones oprimidas de Oriente. Son pues los pueblos oprimidos los que han resistido la bestia japonesa que otra vez vuelve a las andadas. Piénsese en esto simplemente para que vean lo que le ha costado a los EEUU, cien mil soldados, es todo lo que le ha costado la II guerra mundial, la mayoría de ellos muertos en Oriente, ¿ya ven? y ante el temor de que habiendo concluido la guerra en el frente occidental europeo, y como decían los acuerdos, la URSS debía volver su frente contra Japón, ante el temor de que el ejército rojo se expandiera, entonces tuvieron que usar la bomba atómica; si, ahí se ve claramente como la política dirige la guerra, los japoneses iban a ser aplastados, no podían resistir, justificaciones que nos quieren dar hoy son eso, justificaciones.

Todo ese hecho grandioso de la II guerra mundial estremeció el mundo y a marcado a los hombres y dio buenos frutos; no en todas partes si, pero incluso dio hasta frutos mediatizados, ejemplo, Francia e Italia, razón: revisionistas, se dejaron arrebatar el triunfo, los frutos de la victoria teniendo guerrillas de 500 mil hombres, de 300 mil hombres, forjados en esa heroica resistencia de la clase y los pueblos europeos que también hay que tomarlos en cuenta. Así pues, la II guerra mundial es un hecho de gran trascendencia. El prestigio de la URSS se empino altamente sobre la Tierra, basta ver los periódicos de la época, ustedes claro todavía no habían nacido, esa es la ventaja de tener más años; yo recuerdo, camaradas, cuando la victoria, sí, yo estuve en el c allao, el puerto que ustedes conocen, aquicito nomas ¿no?, ¡como sonaban las sirenas de fábricas y barcos cuando se rindió Alemania! Porque ahí ya estaba ganada la guerra, lo otro ya era acabarlo, fue una algarabía mundial, como también recuerdo, como si lo viera hoy, como las páginas de los diarios ya levantaban la bomba atómica como un garrote para asustar a los miedosos preguntándonos ¿hay riesgo de desintegración, se desintegrara la tierra?, una necedad porque si hubiera habido tanto riesgo los científicos ¿hubieran echado la bomba atómica?, no tiene sentido , eso es no ver la esencia política que dirige la guerra, las armas se las usa en función de objetivos políticos; una bombita mato la friolera de 80 mil personas en Hiroshima; Nagasaki fueron 145 mil y sin embargo más se celebra o se recuerda Hiroshima porque fue la vez primera, pero en Nagasaki fueron 145 mil, mas, son hechos, entonces, de trascendencia que van formando las mentes de las personas en esos fragorosos tiempos.



2) El poderoso movimiento de liberación nacional y dentro de esto el proceso y triunfo de la revolución china.


Ya antes del comienzo de la Guerra Segunda y después de la misma, principalmente después, se intensifico la lucha de liberación nacional: las naciones oprimidas resistían el retorno de los imperialistas como opresores y explotadores. Es obvio que la revolución china que dirigió el Presidente Marcó un gran hito con su triunfo el 49, ya hemos dicho, cambia la correlación de fuerzas en el mundo; hay que reiterar que en la parte final  de la revolución china, los tres años finales, es guerra de liberación nacional llevada adelante por el ejército  popular de liberación bajo la absoluta dirección del Partido Comunista de China, bajo el mando del Presidente Mao Tse tung. Creo que no hay que insistir en la revolución china porque la conocemos.

El movimiento de liberación nacional siguió desenvolviéndose. Un hito importante es la revolución vietnamita que había comenzado también en los comienzos de los treinta; el 45, cuando la rendición japonesa, se produce el levantamiento de agosto y se emancipa el norte, el norte de Vietnam, pero quedo el sur bajo dominio imperialista, francés primero, yanqui después. Gran lección: no partir ni permitir que se parta el  país porque luego emancipar la parte del país que queda, demanda mucho más sangre, mucho más esfuerzo; hay que sacar lección. El sur de Vietnam, un pequeño pueblo con 14 millones de habitantes entonces, derroto, porque se atrevió a tomar las armas, derroto al gendarme de la reacción mundial, a EEUU., al imperialismo yanqui; fue su segunda gran derrota, porque la primera le fue infligida en corea el año 53 con directa participación de china. Ahí también hay que recordar a Mac Arthur, el gran Mac Arthur, un brillante estratega, hizo un ¨maravilloso plan¨ para embolsar a los chinos y resulto embolsado por ellos, ¿Quién tendría mejor plan?; vi una película sobre Mac Arthur y ahí celebraron la genialidad estratégica de la aldea de Lachon, ¿Qué es la aldea de Lachon, que es un puerto de Corea?, es la humillante derrota de los EEUU. Que tienen que escapar sacando sus tropas por mar, huyendo como ratas, así que no es una genialidad, no es ninguna genialidad; no puede compararse con la retirada de Rommel que eso si es un hecho de gran importancia en el manejo de la guerra en cuanto retirada, no es Lachon igual; son los yanquis los que quieren elevar a Mac Arthur, le crean figura y supuestos triunfos. El 73, EEUU tuvo que aceptar su derrota; como decían entonces los yanquis, Nixon, Permítanos sacar la cara¨, es todo el problema que tenían, una retirada honrosa, ¨qué no nos humillen¨, eso era todo lo que pedían, los todopoderosos imperialistas yanquis. Razón tiene el Presidente : ¨no todo lo grande es poderoso ni debe tenérsele miedo¨ porque  grande es el marxismo y ese si es todopoderoso y ante eso tienen que temblar todos los reaccionarios porque serán barridos
Eingestellt von Verein der Neuen Demokratie um 18:15 


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periodista obrero. Comunista (marxista-leninista). Antiimperialista, anticapitalista y antimilitarista.